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Ambientes não interativos (pipelines de CI, cron jobs, scripts em servidor) não passam pelo device flow. Ele depende de um humano aprovando no navegador. Use uma chave de API e as flags que a CLI já oferece para rodar sem prompts.

Autentique com uma chave de API

Prefira uma chave rsto_ (da organização) para automação: ela não está atrelada a um usuário, então continua funcionando mesmo se a pessoa que a gerou sair da equipe. Reserve chaves rstr_ (pessoais) para uso interativo ou quando a automação precisa herdar o papel de um operador específico. Veja Autenticação.
Com REPASS_API_KEY definida, todo comando resolve a credencial automaticamente. Não é preciso rodar repass login no pipeline.

--yes para comandos destrutivos/sensíveis

Fora de TTY, comandos destructive/sensitive (ver Convenções) exigem --yes explícito; sem ele, a CLI falha com um erro orientando a flag em vez de travar esperando confirmação:
--yes pula a confirmação interativa: a ação executa imediatamente, sem chance de cancelar. Use apenas em automação que você já validou (idealmente testada primeiro em modo leitura/dry-run), nunca como padrão para “destravar” um comando que falhou sem entender o motivo.

--json para parsear a saída

Toda automação que precisa ler o resultado deve usar --json. A tabela humana trunca valores e não tem formato estável para parsing:

Exit codes para controlar o fluxo

0 indica sucesso; qualquer outra coisa (1) indica falha. Use isso para decidir o próximo passo do pipeline, sem depender do texto da mensagem de erro:

Exemplo: step de GitHub Actions

.github/workflows/payout.yml

Exemplo: script bash com jq

audita-comissoes-pendentes.sh

Próximos passos

Convenções

Modelo de risco, exit codes e formato de erros em detalhe.

Uso com agentes

A skill repass-cli, para quando a “automação” é um agente de IA.